Raphael

Raphael

Segunda, 13 Novembro 2017 15:40

Voe Alto

“Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo” (Ana Jácomo).
 
Não deixe que as pessoas o (a) faça desistir daquilo que você mais quer na vida. Acredite. Lute. Conquiste. Batalhe! A força necessária esta dentro de você. Procure a luz necessária que está em sua alma. Traga a LUZ de DEUS pra dentro de você e ilumine também outras vidas, pois a luz compartilhada tem o poder de expandir...
 
Não importa o tempo que seus sonhos e projetos demorem a acontecer. Acredite em você mesmo e você vai voar alto... E só importa o quão verdadeiro você é. Confie em DEUS e em você mesmo e você vai voar alto... E siga o seu coração e voe alto, o quanto mais alto você puder...
 
Tenha uma ótima semana!
Frei Paulo Sérgio, ofm
Quinta, 09 Novembro 2017 16:39

Compartilhar

“Compartilhar é uma das maiores qualidades espirituais. O milagre é que quanto mais você compartilha sua felicidade, mais você tem” (Osho).

O sucesso pessoal também vai depender com quem você anda, conversa e compartilha seus momentos. O verbo com-partilhar é composto da preposição com mais o verbo partilhar... Então podemos entender que com-partilhar é fazer a experiência de abertura do coração com as pessoas, não reter as coisas e/ou sentimentos, ser capaz de con-fiar, de acreditar numa ação divina que atravessa nossa dor e nossas limitações...

Partilhar com as pessoas, com os amigos, com o terapeuta, com algum líder espiritual ajuda muito na compreensão das coisas e dos dramas vividos. Se você superar a necessidade de querer controlar, segurar ou reter com certeza vai crescer em confiança, na certeza de que a travessia da vida se faz com conquista, com amizades e com muita fé. Se Jesus é meu amigo farei a experiência de Sua presença constante em minha vida...

Abraços terapêuticos,

Frei Paulo Sérgio, ofm

Segunda, 06 Novembro 2017 15:46

Escolhas

“A vida é feita de escolhas. Quando você dá um passo à frente, inevitavelmente alguma coisa fica para trás” (Caio Fernando Abreu).

Certa vez fiz uma escolha desacertada que doeu inteiro. Perdi muitas coisas, mas ganhei resistência. Certo dia fiz uma escolha correta que me floriu de novo, mas ser muito florido também me custou algumas pétalas. E, assim, fui aprendendo e continuo a aprender: cada escolha, traz em si, suas dores e alegrias... O importante mesmo é celebrar as escolhas feitas e vivenciá-las sem tanta preocupação com o futuro...

Sei que ainda vou sofrer muito, passar por vales e desertos... Aí está o ad-vento da vida! Mas sei também que, em cada caminho, em cada encontro ou desencontro continuarei a me levar, sabendo que a essência da vida (dentro de mim) não se contenta com aquilo que é finito... Ela quer o que não acaba, o que não tem fim!

Tenha uma ótima e abençoada semana!

Frei Paulo Sérgio, ofm

Vaticano, 06 Nov. 17 / 08:48 am.- Durante a homilia da Missa celebrada hoje na Casa de Santa Marta, o Papa Francisco afirmou que o caminho da vocação cristã não é fácil e que, diante das quedas previsíveis, dos pecados, das desobediências, é preciso deixar-se levar pela misericórdia de Deus, deixar-se “misericordiar”.

O Santo Padre explicou que, “na história da Salvação, três foram os dons e os chamados de Deus ao seu povo. Todos irrevogáveis, porque Deus é fiel: o dom da eleição, da promessa e da Aliança”.

“Cada um de nós é um eleito, uma eleita de Deus. Cada um de nós carrega uma promessa que o Senhor fez: ‘Caminha na minha presença, seja irrepreensível e eu lhe farei isso’. E cada um de nós faz alianças com o Senhor. Pode fazê-las, não quer fazê-las – é livre”.

O caminho marcado por esta Aliança não é fácil, advertiu Francisco. “Neste caminho de escolha rumo à promessa e à Aliança haverá pecados, desobediências, mas diante desta desobediência há sempre a misericórdia”.

“É como a dinâmica do nosso caminhar rumo à maturidade, indicou: sempre há a misericórdia, porque Ele é fiel, Ele não revoga os seus dons. Porque diante das nossas fraquezas, dos nossos pecados, há sempre a misericórdia de Deus”.

O Pontífice nos encorajou a pensar “na nossa escolha. Penso que pode nos fazer bem, a todos nós, pensar hoje na nossa eleição, nas promessas que o Senhor nos fez e como eu vivo a aliança com o Senhor. E como me deixo – permitam-me a palavra – ‘misericordiar’ pelo Senhor, diante dos meus pecados, das minhas desobediências. E, no final, se eu sou capaz de louvar Deus por aquilo que me deu, a cada um de nós. Mas jamais se esquecer: os dons e a chamada de Deus são irrevogáveis”, insistiu.

Finalmente, incentivou a fazer uma série de perguntas: “Como sinto eu a eleição? Ou me sinto cristão por acaso? Como eu vivo a promessa, uma promessa de salvação no meu caminho, e como sou fiel à aliança? Como Ele é fiel?”.

Neste dia 1° de novembro, a Igreja Católica se enche de alegria ao celebrar a Solenidade de Todos os Santos, os que foram e os que não foram canonizados, mas que, com sua vida, são exemplo de que a santidade é possível.

Diz o Catecismo da Igreja Católica: “Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: ‘Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito’ (Mt 5,48)”.

Cada cristão carrega dentro de si o dom da santidade dado por Deus, como diz a Carta de São Paulo aos Efésios: “Deus nos escolheu em Cristo, antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos” (Ef 1,4).

O culto aos santos por parte dos cristãos remonta aos primeiros séculos, começando pelos mártires. Ao viver essa tradição, a Igreja convida cada um a contemplar essas pessoas, exemplos de fé, esperança e caridade, e lançar o olhar ao Alto.

“Hoje estamos imersos com o nosso espírito entre esta grande multidão de santos, de salvos, os quais, a partir do ‘justo Abel’, até a quem neste momento talvez esteja a morrer em qualquer parte do mundo, nos fazem coroa, nos dão coragem, e cantam todos juntos um poderoso coro de glória Aquele a quem os Salmistas chamam justamente ‘o Deus meu Salvador’ e ‘o Deus que é a minha alegria e o meu júbilo’”, afirmou São João Paulo II em uma data como esta de 1980.

A Solenidade de Todos os Santos foi instaurada como consequência da Grande Perseguição do Imperador Diocleciano, no princípio do século IV, pela grande quantidade de mártires causados pelo poder romano.

O Papa Gregório III a fixou para 1º de novembro no século VIII, como resposta à celebração pagã do “Samhain” ou ano novo celta, que celebrada na noite de 31 de outubro. Mais adiante Gregório IV estenderia esta festividade a toda a Igreja.

A Solenidade de Todos os Santos antecede o Dia de Finados, 2 de novembro, data que recorda aqueles que já estão salvos, mas que ainda precisam ser purificados.

Ao celebrar esta data em 2014, o Papa Francisco indicou como devem ser vividos esses dois dias: com esperança, seguindo os exemplos dos santos.

“Esta é a esperança que não cria desilusão. Hoje e amanhã são dias de esperança. A esperança é como o fermento que faz ampliar a alma. Mas também existem momentos difíceis na vida, mas com a esperança, a alma vai adiante. Olha o que te espera”, disse.

Terça, 31 Outubro 2017 15:43

Escala de Missas - Novembro 2017

Prezados!!!!

Segue a Escala de Missas no Mês de Novembro!!!

Segunda, 30 Outubro 2017 15:13

Vivendo e Aprendendo

“Aprendi que, se alguém diz alguma coisa maldosa a meu respeito, devo viver de forma a que ninguém acredite nisso” (Jackson Brown Jr).

Nunca vamos agradar a todos e sempre haverá pessoas que não serão simpáticas a nós. Isso é até positivo, pois poderemos ver nossa sombra projetada em tais relacionamentos. Na sombra estão os conteúdos rejeitados por nós, mas que nos pertencem. A antipatia de algumas pessoas pode nos fazer ver aquilo que não víamos e, daí, teremos a chance de crescer e evoluir emocionalmente.

Aprendi que o tempo não cura uma ferida, mas de alguma forma, de um jeito misericordioso diminui o tamanho dela. Daí a importância de cultivar a com-paixão, a capacidade de sofrer os sofrimentos das pessoas e de alegrar com suas conquistas. Aprendi a viver (e até con-viver) com a falta, com a perda, com a ausência… Certas coisas, não vale a pena ter de volta...

Abraços terapêuticos, 

Frei Paulo Sérgio, ofm

Vaticano, 30 Out. 17 / 11:00 am .- O Papa Francisco assegura que um bom pastor é aquele que está perto das pessoas feridas, necessitadas, assim como Jesus, e não como os fariseus que somente pensavam em si mesmos.

Na sua homilia na manhã de hoje, na capela da Casa Santa Marta, o Pontífice comentou o Evangelho do dia em que Jesus cura uma mulher que não conseguia endireitar-se. “Foi uma doença na coluna que há anos a obrigava a viver assim”, explicou o Papa.

“Um bom pastor sempre está próximo”, exatamente o contrário dos fariseus, que “talvez estivessem preocupados, quando acabava o serviço religioso, em controlar quanto dinheiro havia nas ofertas”.

“Por isso, Jesus sempre estava ali com as pessoas descartadas por aquele grupinho clerical: estavam ali os pobres, os doentes, os pecadores e os leprosos; estavam todos ali, porque Jesus tinha essa capacidade de se comover diante da doença, era um bom pastor”.

“Um bom pastor que se aproxima e tem a capacidade de se comover. Eu diria que a terceira característica de um bom pastor é a de não se envergonhar da carne, tocar a carne ferida, como fez Jesus com esta mulher: tocou, impôs as mãos, tocou os leprosos, tocou os pecadores”.

 

Além disso, um bom pastor não diz: “Sim, está bom. Sim, sim eu estou próximo a você no Espírito”, porque “isso é distância. Mas fazer o que Deus Pai fez, aproximar-se, por compaixão, por misericórdia, na carne de seu Filho”.

“Mas, aqueles que seguem o caminho do clericalismo, aproximam-se de quem?”.  “Aproximam-se sempre ao poder de turno ou ao dinheiro. São pastores maus. Eles pensam apenas como subir ao poder, ser amigos do poder, negociam tudo ou pensam nos bolsos. Estes são hipócritas, capazes de tudo. O povo não tem importância para essas pessoas. Quando Jesus lhes diz aquele adjetivo que utiliza muitas vezes com eles, hipócritas, eles se ofendem: ‘Mas nós, não, nós seguimos a lei’”.

“É uma graça para o povo de Deus ter bons pastores, pastores como Jesus, que não têm vergonha de tocar a carne ferida, que sabem que sobre isso – e não apenas eles, mas também todos nós – seremos julgados: estava com fome, estava na prisão, estava doente. Os critérios do protocolo final são os critérios da proximidade, os critérios dessa proximidade total, o tocar, o compartilhar a situação do povo de Deus”.

Francisco pediu aos fieis não esquecerem que “o bom pastor está sempre perto das pessoas sempre, como Deus nosso Pai se aproximou de nós, em Jesus Cristo feito carne”.

Evangelho comentado pelo Papa:

Lc 13, 10-17

Naquele tempo, 10Jesus estava ensinando numa sinagoga, em dia de sábado. 11Havia aí uma mulher que, fazia dezoito anos, estava com um espírito que a tornava doente. Era encurvada e incapaz de se endireitar. 12Vendo-a, Jesus chamou-a e lhe disse: “Mulher, estás livre da tua doença”. 13Jesus pôs as mãos sobre ela, e imediatamente a mulher se endireitou e começou a louvar a Deus.

14O chefe da sinagoga ficou furioso, porque Jesus tinha feito uma cura em dia de sábado. E, tomando a palavra, começou a dizer à multidão: “Existem seis dias para trabalhar. Vinde, então, nesses dias para serdes curados, não em dia de sábado”.

15O Senhor lhe respondeu: “Hipócritas! Cada um de vós não solta do curral o boi ou o jumento, para dar-lhe de beber, mesmo que seja dia de sábado? 16Esta filha de Abraão, que Satanás amarrou durante dezoito anos, não deveria ser libertada dessa prisão, em dia de sábado?” 17Esta resposta envergonhou todos os inimigos de Jesus. E a multidão inteira se alegrava com as maravilhas que ele fazia.

Igreja celebra neste dia 25 de outubro a memória litúrgica do primeiro santo nascido no Brasil, Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, conhecido como São Frei Galvão. O franciscano fundador do Mosteiro da Luz, que até hoje é referência na cidade de São Paulo, também é recordado por suas pílulas.

Antônio de Sant’Anna Galvão nasceu em Guaratinguetá (SP), no dia 10 de maio de 1739, em uma família que tinha muitas posses. Entretanto, abriu mão de tudo para atender ao chamado de Deus e seguir a vida religiosa.

Aos 16 anos, ingressou no Convento franciscano de São Boaventura de Macacu, no Rio de Janeiro. Em 1761, fez seus votos solenes e, um ano depois, foi admitido à ordenação sacerdotal. Frei Galvão, então, foi mandado para o Convento de São Francisco, em São Paulo, a fim de aperfeiçoar os seus estudos de filosofia e teologia e exercitar-se no apostolado.

Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição. Atualmente o local é conhecido como Mosteiro da Luz, um patrimônio cultural da humanidade por decisão da UNESCO.

Mais tarde, em 1811, atendeu ao pedido do Bispo de São Paulo e fundou também o Recolhimento de Santa Clara, em Sorocaba (SP).

Já com a saúde debilidade, Frei Galvão recebeu autorização especial para morar no Recolhimento da Luz, onde passou os últimos dias de sua vida, aos cuidados das religiosas. Até que, em 23 de dezembro de 1822, faleceu aos 84 anos, com fama de santidade devido a toda uma vida dedicada a Cristo e às obras de caridade.

Frei Galvão foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 25 de outubro de 1998 e canonizado em 11 de maio de 2007 pelo Papa Bento XVI, em São Paulo.

As pílulas de Frei Galvão

Segundo consta, Frei Galvão ia às casas orar com as famílias pelas senhoras grávidas que tinham dificuldades de parto natural. Certo dia, foi procurado por um senhor aflito, porque sua esposa estava em trabalho de parto e em risco de perder a vida.

O franciscano escreveu em três pequenos papéis um trecho do Ofício da Santíssima Virgem, enrolou-os como pílulas e entregou-os ao homem. Este, por sua vez, deu à esposa e a criança nasceu com saúde.

Em outra ocasião, um jovem o teria procurado com dores causadas por cálculos renais. O Frei fez outras pílulas e também este rapaz ficou curado.

Até hoje, as pílulas são produzidas pelas Irmãs Clarissas, conforme as orientações de Frei Galvão, e entregues a pessoas que têm fé na intercessão deste santo.